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Senador equivocado defende fim do exame da OAB
Ao que tudo indica o senador Magno Malta perdeu de vez o senso legislativo ao defender a criação de uma lei capaz de acabar com a exigência de aplicação de exame da OAB como requisito para o ingresso de bacharéis em direito no exercício da profissão de advogado.
Ao tomar tal atitude – impensada, acredito – o ilustre senador está fugindo de sua função, que é defender os interesses do Estado que representa. Acredito que acabar com o exame da OAB não é de interesse de nenhum Estado (pelo menos não deveria ser).
É estreme de dúvidas que o referido exame, além de valorizar o aprendizado daquele que consegue a aprovação, foi uma importante conquista dos advogados, posto que através de sua aplicação, promove-se uma peneira, exigindo daquele que pretende exercer a profissão de advogado, o mínimo de conhecimento na área.
Quem fez ou faz o curso de direito sabe que em virtude da facilidade de se ingressar em uma faculdade particular, alunos que mal sabem assinar o próprio nome acabam concluindo o curso, tornando-se bacharel em direito.
Apenas como exemplo, cito alguns ex-colegas do curso de direito que por desconhecer totalmente a língua pátria, no momento de redigir uma petição inicial, por mais simples que fosse, se enrolavam totalmente e havia casos em que escreviam reintegração e até ação com dois esses, além de outras aberrações gramaticais.
O exame para o exercício da profissão de advogado é tão importante, que deveria servir de exemplo para outras profissões. É certo que nenhum exame tira do mercado o mau profissional. Mas, pelos menos, reduz sensivelmente o seu ingresso.
Aquele que se posiciona contra a exigência do exame da ordem para o exercício da advocacia, o faz porque tem preguiça de estudar, porque gosta de moleza, ou porque não se importa de ser chamado de “devogado”.
No entanto, muitos não conseguem a aprovação por total incapacidade. Neste caso, a única saída seria contar com o apoio de políticos como o senador Magno Malta, que se posiciona na contramão dos fatos e ao invés de desempenhar o seu papel de defender os interesses do Estado do Espírito Santo, perde tempo com assuntos que não lhes dizem respeito.
Aliás, a impressão que tenho é a de que o ilustre senador tem algum filho, parente, amigo ou apadrinhado que não consegue ser aprovado no exame da OAB e decidiu dar uma mãozinha, lutando para que essa importante conquista seja abolida.
Vamos nos unir e evitar que essa idéia insana do senador Magno Malta prospere. Ao invés de tentar acabar com o exame da OAB, que oriente seu filho (a) a estudar, pois é certo que estudando, não haverá dificuldades em ser aprovado.
Escrito por Elvecio Andrade às 03h27
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Deputados sem o que fazer homenageiam gays
Tudo indica que os deputados estaduais não têm muito que fazer, já que usam o tempo disponível para ficar tentando criar homenagens para gays.
Isso, em minha opinião, é falta do que fazer. Não vejo nenhum motivo para ficar homenageando gays, já que não há mérito algum em pessoas que optam por alternativa sexual. Isso é apenas uma questão de opção, nada mais.
Na realidade, o gay é alguém que rejeita sua própria condição e, por essa razão, não há porque ser homenageado. Deveria existir um mecanismo capaz de retirar do deputado que faz esse tipo de homenagem, o seu mandato.
O povo elege o deputado para representá-lo em coisas sérias. Enquanto a Assembléia Legislativa se preocupa em fazer homenagem a gays, a segurança pública continua esquecida, a saúde e a educação no Estado está uma porcaria, pois o governo nada faz para melhorar a situação e nem se esforça para isso, pois tem os deputados em sua mão e não sofrerá nenhuma oposição ou cobrança.
Os atuais deputados, que comprometidos com o governo, são na realidade marionetes do atual governo e, para evitar atacar assuntos mais sérios e cobrar posicionamentos por parte do governo que aí se encontra, ficam inventando moda, dentre as quais, homenagens a gays.
Por que não homenagear quem realmente merece, como garis, lavradores, camelôs, enfim, pessoas que são exemplos. Aí, sim, seria uma homenagem justa. Ser gay não é exemplo para ninguém.
Está na hora de esses parasitas trabalharem. Fazer jus ao alto salário que ganham. Criar projetos que realmente tenham resultados positivos e que sejam de interesse da população.
A ninguém interessa homenagem a gays.
Escrito por Elvecio Andrade às 14h19
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Os imbecis e o Big Brother
É difícil de acreditar que em um país como o Brasil possa existir tantos imbecis, que se deixam enganar por uma emissora descompromissada com a verdade e que existe apenas com o objetivo de manipular a população inculta.
As pessoas que perdem tempo assistindo um programa sem sentido, sem criatividade e ridículo como o Big Brother, não sabem que tudo não passa de armação da TV Globo, que desde o início escolhe aquele que vai vencer.
E o pior de tudo é que essa emissora perniciosa, no momento de editar o que vai ao ar, escolhe com precisão o que beneficiará o seu preferido e aos que não lhe interessa, edita somente o que fará com que os imbecis que assistem fiquem irritados e com raiva.
A prova de que tudo não passa de combinação, é que até o diretor do programa, o tal do Boninho, já declarou em entrevista à imprensa nacional que tem preferência pelo tal de Alemão. Ora, se o programa fosse sério, imparcial, não haveria tanta proteção àquele que foi elevado à condição de preferido da Globo e o diretor (?) jamais exporia sua preferência.
O mais triste em tudo isso é que aqueles que assistem ao programa, em sua maioria pessoas simples, deixam de comprar o leite dos filhos, para gastar em ligações para escolher esse ou aquele.
E o pior, sem saber se realmente houve aquela quantidade de telefonemas, já que não há uma prestação de contas a respeito.
Esses imbecis, que gastam seu dinheiro votando para tirar os panacas do programa, acaba dando dinheiro para a Globo, que tem com isso um lucro assustador. Esses mesmos imbecis não têm a mesma liberalidade, quando é para votar e fazer doação para programas sérios como o Criança Esperança e Teletom.
Nesses casos as pessoas custam a fazer uma doação. E olha que esses programas ajudam milhões de crianças em todo país, ao contrário do Big Brother, que é um programa totalmente inútil. Tão inútil, quanto aqueles que o assistem.
É com o dinheiro que os babacas gastam fazendo ligações, que a Globo, paga os prêmios dos participantes do programa, ainda lucra milhões de reais com o que sobra.
E viva a imbecilidade!!!!
Escrito por Elvecio Andrade às 16h16
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Governador capixaba ganha mais que o presidente
Foi divulgado pela imprensa que o governador Paulo Hartung, do Espírito Santo, recebe R$ 3,26 mil a mais que o presidente da república, ou seja, R$ 12,16 mil. Divulgou-se, ainda, que 26 dos 27 governadores do país recebem salário superior ao do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que desde 2003 ganha R$ 8,9 mil. A exceção é a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), que recebe R$ 7.140,70.
Como o STF (Supremo Tribunal Federal) elevou o teto salarial dos juízes e desembargadores nos estados para R$ 24,5 mil, é provável que os salários de alguns governadores subam ainda mais, pois seus vencimentos são vinculados aos subsídios pagos ao Judiciário estadual.
Entre os 26 estados e o Distrito Federal, a maior remuneração pertence ao governador do Paraná, Roberto Requião (Paraná), que recebe R$ 24,5 mil. No entanto, o governador do Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB), recebe, desde 2006, R$ 28 mil, embora seu salário real seja de R$ 22,1 mil. Isso porque recebe 24 parcelas de R$ 5.911,14, que serão quitadas em janeiro de 2008, e que correspondem à diferença salarial não recebida de janeiro a dezembro de 2005.
Lula, que ganha menos que os parlamentares, que recebem R$ 12,8 mil, para ganhar aumento precisa da aprovação do Congresso Nacional.
Não dá para entender como essas coisas acontecem. A responsabilidade do presidente da República é infinitamente maior que a dos governadores. No Espírito Santo, então, a coisa é feia. O Estado vive momento de total abandono na área de segurança pública. A segurança foi relegada a segundo plano, a população desesperada clama por providências que nunca vem, pois o governador se finge de surdo e não está nem aí para os problemas dos espírito-santenses.
O governador capixaba é conhecido por nunca assumir nada, viver usando boné de dois bicos e trabalhar contra os interesses do povo capixaba. Prova disso é que apesar de todo apoio que o presidente Lula deu para o Estado, ele ficou em cima do muro, indo de encontro ao desejo de mais de 60% da população, que votou pela reeleição do presidente.
O pior em tudo isso é que seu governo só está no patamar em que se encontra, porque ao assumir o governo do Estado teve o apoio do presidente Lula, que liberou recursos para que ele colocasse o Estado nos eixos. Sem esse apoio, hoje seu governo seria como os anteriores, ou talvez pior.
Escrito por Elvecio Andrade às 13h10
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Bispo que gosta de aparecer
O bispo Luís Flávio Cappio protocolou no Palácio do Planalto uma carta para o presidente Lula, reiterando sua posição contrária ao projeto de transposição do Rio São Francisco. Ele ficou conhecido por ter feito em 2005, uma greve de fome em protesto contra as obras do rio.
Este bispo, que deveria estar cuidando das coisas de sua igreja, se preocupando com seu rebanho, viu a oportunidade de aparecer e saiu do anonimato, se tornando conhecido nacionalmente, ao fazer a ridícula greve de fome.
Ele seria muito mais útil, se fosse procurar serviço. Religioso que se intromete em política, tinha que ser punido. Religião e política não combinam. Basta lembrar das atrocidades cometidas pela Igreja Católica na época da inquisição.
Aliás, esses bispos e todos os outros da religião católica (não tenho nada contra nenhuma religião, apenas comento a realidade) são os responsáveis pelo atraso da humanidade, pois em tudo que essa igreja meteu as mãos, o interesse próprio estava presente, pois ela representa o atraso, a ignorância e a falta de democracia.
Aliás, meter o bico onde não é chamado é próprio dos representantes da igreja católica. Um exemplo disso é o papa, que sempre que pode se coloca contra o uso de camisinhas e de outros métodos modernos criados para evitar disseminação de doenças sexuais. Eles vivem com a cabeça na época negra da idade média.
O bispo Luís Flávio, ao invés de fazer greves, se intrometer em políticas, enfiar o nariz onde não é chamado, deveria era fazer uma reciclagem, se modernizar, passar a viver num mundo real e, a partir daí, canalizar suas energias no sentido de tirar a igreja católica do atraso em que se encontra.
Uma sugestão. Por que este bispo tão zeloso com o que não é da sua conta não faz greve de fome para acabar com a absurda exigência de celibato para os padres? Esta sim, seria uma luta nobre.
Escrito por elvecioandrade às 12h11
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Uso de maconha continua sendo crime
A decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), confirmando que aquele que é pego com maconha para uso próprio comete crime, jogou um balde de água fria nas pretensões daqueles que acreditavam que a partir da nova lei de tóxicos poderiam fumar maconha à vontade, sem serem punidos.
A 1ª Turma do STF acompanhou por unanimidade o voto do ministro Sepúlveda Pertence. Ele declarou que a despenalização da conduta não implicou a sua descriminação. Ou seja, “mesmo não estando sujeito a privação da liberdade, o réu está sujeito a outras sanções”.
O mais importante nessa decisão do STF é que pacificou o entendimento do artigo 28 da Lei 11.343/06, que alterou a antiga Lei 6.368/76, em especial o seu artigo 16.
O artigo 28 da nova lei diz que aquele que “adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização”, está sujeito a penas de advertência, prestação de serviços à comunidade e medida educativa.
A principal modificação, com relação ao artigo 16 da lei anterior, é que naquela a penalização era de seis meses a dois anos de detenção e pagamento de multa.
Em síntese, o que o STF fez foi aplicar a lei, já que a Lei 11.343/06 não diz que o uso de droga deixou de ser crime. É somente a pena que deixou de ser mais rigorosa.
Aliás, essa redução na penalização daquele que faz uso de drogas é difícil de entender. O certo seria criar um dispositivo mais rigoroso contra os usuários, para coibir o aumento da traficância.
O viciado em drogas é como o receptador. Sem o usuário, não haveria traficante. Por que o receptador tem uma punição rigorosa e o viciado, que é o principal financiador da existência do tráfico de drogas, uma das piores pragas, tem punição cada vez menor?
Como diria o velho jornalista Boris Casoy, “Isso é uma vergonha!”
Escrito por elvecioandrade às 15h35
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Senador Camata paga mico
É ato de oportunismo puro a iniciativa do senador Gerson Camata, do Espírito Santo, de colher assinaturas para a aprovação de um projeto instituindo no país a pena de morte.
Com esse ato irresponsável, o senador pisoteou o cadáver do garoto arrastado pelas ruas do Rio de Janeiro e desrespeitou a dor dos país da criança, pois é evidente que sua iniciativa não passa de um ato de demagogia.
Insensível, Camata não se importa de tirar proveito eleitoral de uma tragédia. O senador capixaba está há vários anos no Senado, onde é tido como bom cozinheiro, pois ao invés de legislar, fica fazendo moqueca capixaba para seus pares, e nunca fez nada de bom para o Espírito Santo.
Agora que está sem prestígio, correndo o risco de não mais se eleger, tal qual um náufrago que se agarra a um tronco perdido no mar, Camata se agarra desesperadamente à tragédia que chocou o país, para mais uma vez enganar a população sofrida, com essa história de pena de morte.
É picaretagem pura. Alguns diriam que se trata de desconhecimento ou ignorância. Mas não é. Como senador da República, Gerson Camata sabe perfeitamente que nem se a Constituição Federal fosse substituída por outra, seria possível a pena de morte, já que a sua inaplicabilidade está prevista em tratado internacional, do qual o Brasil faz parte.
Tudo isso, na realidade, não passa de mais uma jogada de um político profissional, parasita, que além de não dar retorno nenhum para o alto salário que ganha e para as mordomias das quais desfruta com o dinheiro do contribuinte, ainda tenta enganar o povo.
Assim como a pena de morte é inviável, também é inviável a permanência de Gerson Camata como senador, para o bem do Espírito Santo.
Escrito por elvecioandrade às 03h03
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E se fosse o dela?
A ministra Ellen Gracie, do STF (Supremo Tribunal Federal), ao tomar conhecimento do clamor do povo pela redução da idade dos menores para efeito de responsabilização penal, do alto de sua segurança, levantou o peito, esticou o nariz, consertou os óculos e, sem titubear, disse que é contra.
Enquanto isso, os delinquentes juvenis, que deveriam estar apodrecendo nas cadeias, estão pelas ruas colocando em risco a vida das pessoas. São verdadeiros monstros, que agem na certeza da impunidade e cientes de que qualquer voz que se eleve contra eles, serão defendidos por irresponsáveis dos direitos humanos e por pessoas como a ministra, que desconhecem a situação do país, pois vivem uma outra realidade.
Os menores são usados por traficantes, ladrões e por todo tipo de criminosos, pois como não podem ser punidos, os crimes praticados ficam impunes. Com certeza o menor que fazia parte do bando de assassinos cruéis que tirou a vida da criança que foi arrastada por sete quilômetros, vai assumir a autoria do crime, seus comparsas serão liberados e ele não pagará pelo crime.
É assim que acontece sempre. Enquanto não houver uma forma de punir esses monstros juvenis, a coisa ficará cada vez pior.
Escrito por elvecioandrade às 16h55
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Impunidade total
Sempre que alguém cobra a redução da idade para responsabilização penal, aparece alguém que isso não resolverá e que o problema é a educação. Dá a impressão de que no país ninguém estuda. Essas pessoas, que não acompanham o dia-a-dia do país, não entendem que o problema não é de educação, pois com certeza todos aqueles que praticaram o assassinato brutal do garoto que foi arrastado por sete quilômetros, sabem ler e escrever muito bem, inclusive o menor que os acompanhava e que sabia muito bem o que queria.
Está na hora de dar um basta em tudo isso. Está na hora de os legisladores, que agem com rapidez quando legislam em causa própria, modificar com urgência o Eca (Estatuto da Criança e do Adolescente) - que é realmente uma eca - e encontrar uma forma de punir esses monstros juvenis que estão circulando pelas ruas, fazendo vítimas inocentes.
O Eca, na verdade, só serve para premiar os delinquentes e punir os inocentes. Enquanto a minoria, que são os delinquentes juvenis, continuarem a ser mais importante que toda uma sociedade, o Brasil continuará mal. A delinquência juvenil é um câncer que tomou conta do país e precisa ser extirpado.
Esse pessoal dos direitos humanos, que só defende os bandidos, tem que deixar de lado a hipocrisia. Não se vê ninguém dos direitos humanos nos morros, cuidando de menores que ficaram órfãos, que têm de ficar em casa sozinhos para a mãe trabalhar e que são presas fáceis dos bandidos. Esse pessoal dos direitos humanos quer é sombra, água fresca e holofotes. Prefere proteger bandidos que estão presos, pois agindo assim, terão destaque na mídia.
Algúem tem que mudar tudo isso, para que a sociedade viva com mais segurança.
Escrito por elvecioandrade às 22h04
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